quarta-feira, 7 de setembro de 2016

INDEPENDÊNCIA

"...Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado
E diga o verde-louro dessa flâmula
Paz no futuro e glória no passado."


“Não é o solo, como não é a raça, o que faz uma nação. O solo fornece o substrato, o palco da luta e do trabalho; os homens fornecem a alma. O homem é tudo na formação dessa entidade sagrada que é chamada de povo. Nada (puramente) material é suficiente para isso. A nação é um princípio espiritual, o resultado das profundas complicações da história [...] O homem não é escravo da sua raça, nem da sua língua, nem da sua religião, nem do curso dos rios ou da direção das cadeias de montanhas. Um grande grupo de homens de mente sã e rico de coração cria um tipo de consciência moral que chamamos de nação. Enquanto essa consciência moral der provas de sua força com sacrifícios que exigem a abdicação do individual em favor da comunidade, ela é legítima e tem o direito de existir. (Ernest Renan, citado por Luis Cláudio Villafañe G. Santos em “O dia em que adiaram o Carnaval”, Editora UNESP.)

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