domingo, 21 de maio de 2017


A QUARTA ARTE
(Minhas esculturas preferidas)


Ao entrar no Museu do Louvre pela primeira vez perdi o fôlego ao vê-la no alto das escadas simplesmente flutuando. E quando voltei em outras ocasiões a sensação se renovou. A beleza da Vitória da Samotrácia é indescritível. O artista grego desconhecido a esculpiu, provavelmente, para a comemoração de uma vitória naval por volta de 190 a. C. A escultura foi descoberta em 1863 por Charles Champoiseau (1830-1909), arqueólogo e cônsul francês que a enviou para Paris. Anos mais tarde Champoiseau encontrou a proa da embarcação. O conjunto tem 5m57 de altura. Só para concluir: Samotrácia é uma ilha grega de 178 m² situada no mar Egeu.








Beleza provocante. Sensibilidade à flor da pele. O que se pode dizer da obra-prima de Gian Lorenzo Bernini (1598-1680) “Êxtase de Santa Teresa”? A escultura que representa o momento em que o anjo trespassa Santa Tereza d’Ávila (1515-1582) com a seta do amor divino, se encontra na Igreja de Santa Maria della Vittoria, em Roma. A obra foi realizada entre 1647 e 1652. (Foto: Wikipedia.)





Davi é perfeito. Não há como descrevê-lo. Michelangelo (1475-1564) concluiu a obra em 1504 para decorar a fachada de Santa Maria del Fiore em Florença (Itália), mas por problemas técnicos, a escultura foi colocada na Piazza della Signoria em frente ao Palazzo Vecchio de onde foi removida em 1857 para o interior da Galleria Dell’Accademia. Na praça foi colocada uma réplica da obra. 

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