Um dia ele foi o Palacete do Carmo,
construído nos anos vinte do século passado na esquina da Praça Clóvis
Bevilacqua, com a Rua Roberto Simonsen, no Centro Histórico de São Paulo.
Abandonado há anos, atualmente, ele parece estar se desfazendo aos poucos e me
causa sensação de insegurança cada vez que passo por ali. A revista VEJA
publicou em 14/08/2020 matéria sobre a negociação de um grupo de investidores
com a Arquidiocese de São Paulo, proprietária do Palacete, da reforma do prédio
que tem cerca de 3.900 m². Em nota publicada em seu site, a Arquidiocese de São
Paulo esclarece que não é proprietária do Palacete do Carmo e demais
edificações adjacentes, que pertencem ao Mosteiro de Santa Thereza de Jesus.
O projeto, que
incluiria a restauração da ala histórica e a construção de um moderno anexo, na
época, ficaria em torno de duzentos milhões de reais, mas não deu certo.
Um dó ver uma parte
da história da cidade se degradar dia a dia... O abandono deu à natureza um
espaço e no topo do prédio observam-se alguns arbustos viçosos.


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