Ela está numa pracinha atrás do prédio em que moro. Reparei nela na véspera de Natal, quando a fotografei, mas hoje pesquisei no Google e soube que é conhecida como pingo-de-ouro
e que os frutos são tóxicos. O uso é ornamental. Lembrei-me da moça coreana que, naquele dia, colheu vários frutos enquanto eu estava fotografando os cachos dourados.
Como falava mal português, acho que ela já havia provado dos frutos e me
pareceu que elogiava o sabor, pois me mostrava à medida que ia comendo. Eu desconhecia a toxidade do fruto, só me preocupei com a higiene – comer sem lavá-los. Só hoje pesquisei para identificar a árvore e soube da toxidade. Espero que ela tenha sobrevivido.
Em Portugal
(depois na Grécia) vi laranjeiras carregadas de frutas maduras. Lindas! “Por
que as pessoas não comem?” – perguntei a uma senhora, que me explicou serem
muito azedas. Não prestavam para consumo, só como ornamentação.
Foto: 3 de março de 2026.


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