terça-feira, 27 de janeiro de 2026

ARTE PELO CAMINHO

Até que os bancos podem deixar alguma coisa boa para trás. Como o mural feito em 1962 por Clóvis Graciano para o Banco Nacional, que mantinha agência na Rua Senador Paulo Egídio, 70, ali pertinho do Largo de São Francisco. Na obra que se refere ao “Desembarque dos colonizadores e subida da Serra”, o artista usou uma mistura de óleo e cera virgem. O banco Nacional fechou em 1995 e há alguns anos no local instalou-se o “Empório Data vênia” (o nome é alusão à proximidade da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco), um paraíso de coisas gostosas e de qualidade. A outra herança do banco é um cofre, usado como depósito de cervejas.


Mas há várias obras de arte espalhadas pelos prédios da cidade assinadas por grandes artistas brasileiros.



Galeria do Rock: obra da Vitrais Conrado Sorgenicht. Projeto: Ermanno Siffredi.

Edifício Jaraguá, sede antiga do jornal O Estado de S. Paulo (1951/1976) e atual endereço do Hotel Nacional: mural de Emiliano Di Cavalcanti em pastilhas de vidro. Rua Martins Fontes. 


Edifício e Galeria Califórnia, projeto de Niemeyer de 1955: no saguão, o painel em mosaico de Cândido Portinari. Rua Barão de Itapetininga, 255.


Afresco de Di Cavalcanti em mosaico de vidro enfeita a fachada do Teatro Cultura Artística (1950). Rua Nestor Pestana, 196 – Consolação. 



 
Revoltante ver a destruição do painel de Di Cavalcanti, no Edifício Triângulo (1955), projetado por Niemeyer. Rua José Bonifácio, 24.


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