Até que os bancos podem deixar alguma
coisa boa para trás. Como o mural feito em 1962 por Clóvis Graciano para o
Banco Nacional, que mantinha agência na Rua Senador Paulo Egídio, 70, ali
pertinho do Largo de São Francisco. Na obra que se refere ao “Desembarque dos
colonizadores e subida da Serra”, o artista usou uma mistura de óleo e cera
virgem. O banco Nacional fechou em 1995 e há alguns anos no local instalou-se o
“Empório Data vênia” (o nome é alusão à proximidade da Faculdade de Direito do
Largo de São Francisco), um paraíso de coisas gostosas e de qualidade. A outra
herança do banco é um cofre, usado como depósito de cervejas.
Mas há várias obras de arte espalhadas pelos prédios da cidade assinadas por grandes artistas brasileiros.







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