sábado, 1 de dezembro de 2018
DEZEMBRO, 2018.
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
UMA CORVETA QUE FEZ HISTÓRIA
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| Vital de Oliveira. Imagem: Wikipedia. |
terça-feira, 20 de novembro de 2018
SEMPRE HÁ MOTIVOS PARA LEITURA
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| "Casal numa paisagem". de Frans Hals, Rijksmuseum, Amsterdam. |
domingo, 18 de novembro de 2018
PROGRAMA PARA O FERIADO
| Museu da Caixa:como era o sorteio da Loteria Federal. |
| SESC Carmo promove concertos mensais às 13 horas na igreja. |
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sábado, 17 de novembro de 2018
Vandalismo
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| "Convergência", 1952. Óleo sobre tela de Jackson Pollock (1912-1956). |
Onde um nume de amor, em serenatas,
Canta a aleluia virginal das crenças.
Na ogiva fúlgida e nas colunatas
Vertem lustrais irradiações intensas
Cintilações de lâmpadas suspensas
E as ametistas e os florões e as pratas.
Como os velhos Templários medievais
Entrei um dia nessas catedrais
E nesses templos claros e risonhos ...
E erguendo os gládios e brandindo as hastas,
No desespero dos iconoclastas
Quebrei a imagem dos meus próprios sonhos!
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
NUVENS EM FIM DE TARDE
| ROMA, 2006. |
Passam os sonhos por mim.
Nenhum dos sonhos é meu
Embora eu os sonhe assim.
São coisas no alto que são
Enquanto a vista as conhece,
Depois são sombras que vão
Pelo campo que arrefece.
Símbolos? Sonhos? Quem torna
Meu coração ao que foi?
Que dor de mim me transtorna?
Que coisa inútil me dói?
FERNANDO PESSOA/ OBRA POÉTICA.
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
JARDIM BOTÂNICO DE GLASGOW
domingo, 11 de novembro de 2018
DIA DO ARMISTÍCIO
sábado, 10 de novembro de 2018
JARDIM DAS PLANTAS DE PARIS
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
JARDIM BOTÂNICO DE SÃO PAULO: 90 ANOS.
| O portão histórico. |
O córrego Pirarungáua, antes canalizado,
voltou a correr livre.
domingo, 4 de novembro de 2018
BOA LEITURA
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
FANTASMAS PAULISTANOS
Graças às histórias singelas de Milano sobrevivem os fantasmas que rondavam a Academia de Direito apavorando guardas urbanos e estudantes; ficamos sabendo das desventuras do caixeiro-viajante Manuel Lantejoula, vítima da “bezerra encantada”; ou do verdureiro madrugador Ângelo que, depois de “encontrar” os fantasmas (fogos-fátuos) do Cemitério da Consolação, resolveu nunca mais madrugar. E assim Milano narra as desventuras causadas pelo medo aliado à superstição a personagens anônimos da cidade, que enfrentaram seus fantasmas pessoais na difícil jornada de suas vidas. Ah! A imaginação humana... Hoje os fantasmas são outros.
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
NOVEMBRO COM ARTE
quarta-feira, 31 de outubro de 2018
E VIVA O SACI!
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| Saci no traço de Ziraldo. |
Há um Saci aqui em casa que esconde canetas, óculos, chaves e, como deve ser letrado, costuma sumir com meus livros.
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
CORRENTES REDESCOBERTAS
Quando era criança, muitas
vezes encontrava sob a porta de casa envelopes apenas com endereço da casa e
sem remetente. Levava para minha avó, que tratava logo de jogar fora sem abrir.
Eu ficava intrigada. “Não vai ler, vovó?” Ela explicava que se tratava de
correntes e, como era supersticiosa, achava que se abrisse teria que cumprir o
castigo de encaminhar várias cópias para outras pessoas para não ser vítima das
ameaças que continha a tal carta.
Mais tarde, quando já
estava na escola, entendi muito bem o problema porque tive que fazer o castigo
algumas vezes, pois ela fora enganada por alguns remetentes espertos ou que
eram conhecidos ou tinham se dado ao trabalho de procurar a vítima na lista
telefônica. É, existiam listas telefônicas – uma de endereços e outra de
assinantes. Minha avó lia, mas era eu quem escrevia as cartas. Pior que castigo
de escola: escreviam-se dez, doze vezes a mesma coisa – uma história de milagre
obtido por uma oração que devia ser passada adiante para que o leitor não fosse
vítima de coisas terríveis. Nunca entendi. Gastava-se tempo (reproduzindo as
bobagens e indo ao correio) e dinheiro (o papel, envelope e selo) e eu ainda
perdia a paciência.
À
medida que o tempo passou não cuidei mais da correspondência de casa e esqueci
completamente das tais correntes de oração.
Entretanto,
para minha grande surpresa, não é que as correntes voltaram? Modernizadas! Via
Internet. Sem selo. Basta copiar e colar e encher a caixa postal dos
amigos das redes sociais. Assim que vejo que é para divulgar, não leio, mas
percebi que esses anexos variam entre mensagens religiosas e políticas. Há
algumas pedindo compartilhamento para ajudar uma pessoa doente. Como não leio,
ignoro se as religiosas vêm com algum tipo de ameaça. Bem, há sempre a ameaça
de conter algum vírus. Considero essas mensagens invasivas e inoportunas.
Simplesmente deleto ou denuncio como spam.
Faz
tempo que eu queria escrever sobre o fato que me aborrece e, exatamente no dia
que o faço, por coincidência, uma revista traz matéria sobre o tema, mas
erroneamente afirma que as correntes são uma novidade da Internet. Bem antes da
Internet havia a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. E as correntes. Para
a psicóloga entrevistada, o compartilhamento das mensagens de ‘boa-fé’ que
infestam as redes sociais faz parte da criação de uma identidade virtual”. Aviso
aos navegantes: há modos muito mais inteligentes de criar uma “identidade
virtual”.
domingo, 28 de outubro de 2018
DOMINGO COM PESSOA E BELMIRO
sábado, 27 de outubro de 2018
A FIGUEIRA DA GLETE
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| Palacete Jorge Street. |
A figueira da Glete é a menina dos olhos da professora aposentada Dona Neuza de Carvalho Guerreiro, que se formou em Biologia nos tempos em que o departamento de Historia Natural da FFLCH ainda era no palacete. Preocupada com o destino da árvore, vez por outra ela vai até lá ver como estão tratando aquele gigante verde que se agita apenas quando os ventos sopram com mais força e ouve-se, então, o murmúrio de suas folhas.
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
"Tão longe de mim distante..."
| Marginal Pinheiros, a ferrovia e ciclovia e o rio... |



















